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Omep e Seleta: burocracia para pagamentos deve se estender até fim de mandato

Afirmação foi feita pelo prefeito da Capital

​Impasse sobre o pagamento dos salários e rescisões dos terceirizados da Omep (Organização Mundial para Educação Pré-Escolar) e Seleta (Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária), demitidos por decisão judicial, pode se estender até o fim do mandato. A declaração foi feita pelo prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD). 

No ano passado a justiça ordenou que os 4,3 mil contratados fossem demitidos. Em julho deste ano, o chefe do Executivo Municipal admitiu que não tinha dinheiro suficiente para pagar as rescisões e informou de que seriam necessários cinco meses para concluir os pagamentos.

O prefeito diz que está com 'dificuldades' para fazer os pagamentos dos terceirizados que estavam de licença maternidade ou médica. 

Segundo ele, uma reunião foi realizada com o juiz Davi de Oliveira Filho a fim de solucionar o problema. Marquinhos afirma que o magistrado deve se posicionar sobre o caso ainda na manhã desta terça-feira (26). 

"Falei com o juiz porque estamos com muitos problemas para pagarmos os que estavam afastados por licença médica e licença maternidade e como esses convênios não existem mais, queremos respaldo jurídico para fazer os pagamentos sem cometermos improbidade administrativa. O juiz deve responder nesta manhã", afirma.

Apesar de ainda não ter um posicionamento do magistrado, o prefeito observa que o problema deve se estender até o fim do seu mandato, em 2020. 

"É muita gente, é muito burocrático. Esse problema deve se estender pelo mandato inteiro", frisa.

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