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Da amizade no colégio, veio casamento em ritual de Yoga e parceria de viagem na kombi

Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018

  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Foto - Cleber Gellio/Midiamax)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
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  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Arquivo pessoal)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Cleber Gellio/Midiamax)
  • Amor surgiu ainda em tempos de escola (Cleber Gellio/Midiamax)
  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Cleber Gellio/Midiamax)
  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Cleber Gellio/Midiamax)
  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Foto - Cleber Gellio)
  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Foto : Cleber Gellio)
  • Pipa - a Kombi branca e amarela - será a casa deles em 2018 (Cleber Gellio/Midiamax)

Um campo-grandense e uma paulista. Ela é Libra e acredita plenamente na influência do ascendente. Ele é canceriano, mas torce o nariz quando o assunto é astrologia. Ela é de humanas, com formação em Jornalismo e Teatro. Ele é engenheiro mecânico, manda bem nos cálculos e no raciocínio lógico. Ela fala pelos cotovelos, enquanto ele faz o tipo mais reservado. E de todas as características que possivelmente os separariam, veio a amizade, depois o reencontro, o casamento no ritual de Yoga e, hoje, aos 31 anos, Bruna Morales e Thiago Flores juntam os sonhos e planejam o próximo roteiro de viagem com a Pipa, a Kombi branca e amarela que será a casa deles pelos próximos meses de 2018.

Em 2003, Bruna se mudou para Campo Grande e os dois se conheceram no colégio. "Era o último ano do Ensino Médio, o terceirão. A gente estudava na mesma sala e de lá ficou uma turma muito boa de amigos", lembra a jornalista. Em 2005, Thiago passou em Física e foi embora pra Campinas. Em 2008, ele se mudou para Maringá para fazer Engenharia Mecânica.

Enquanto isso, Bruna continuou por Campo Grande, fez Psicologia, mas desistiu no meio do caminho e resolveu cursar Jornalismo. "Continuamos em contato, mesmo com a distância. Fazíamos Skype de vez quando e sempre que ele vinha pra cá, a gente se encontrava", conta Bruna.

(Foto - Cleber Gellio/Midiamax)

Em 2013, Bruna foi para São Paulo e dois anos depois trocou a rotina por um home officer e viagens. Enquanto isso, Thiago trabalhava em uma empresa em Macaé, no Rio de Janeiro. E foi bem nesta época que eles começaram a trocar figurinhas sobre as tantas possibilidades que cada um pode encontrar dentro desta caixinha chamada vida.

"Começamos a ter mais contato. Ele trabalhava em Macaé e morava no Rio. Daí nas minhas andanças, eu acabei indo pra lá para fazer um retiro de meditação. Depois, fiquei em um hostel para trabalhar nas Olimpíadas e nisso a gente começou a se ver ainda mais", conta Bruna.

Mas foi só na despedida de Bruna ao Rio de Janeiro, que a amizade  ficou mais colorida. E ela seguiu o trecho, voltou para a estrada. E alguns meses depois, no Verão de 2016/2017, os dois se encontraram no Nordeste, mais especificadamente em Pipa.

"Combinamos de passar a virada no ano juntos. A ideia era que ele ficasse 10 dias lá no camping do hostel onde eu morava e trabalhava, e depois ele iria voltar para o Rio de mochilão. Mas no final desse tempo, ele já acertou com os donos do hostel e começou a fazer troca lá também e acabou ficando 50 dias", lembra Bruna.

Neste tempo, o relacionamento naturalmente amadureceu  e o pedido de namoro partiu de Bruna. "Foi na lua cheia de janeiro e uns dias depois a gente conversou sobre fazer um ritual entre nós dois para  marcar essa passagem, que estava  sendo tão importante pra gente", conta a jornalista.

Ritual na Yoga

Alguns dias depois, Thiago combinou a surpresa com o professor de Yoga, e o ritual do casamento foi feito na última manhã deles no hostel. "Foi lindo, o professor foi conduzindo a aula de um jeito que no final, quando a gente abriu os olhos, estavam todos ao nosso redor, jogando arroz, batendo palma, a música era outra. E quando eu menos esperava, o Thi levantou e foi correndo pegar uma coroa de flor que ele fez pra mim", conta, entre sorriso e emoção com a lembrança.

A aliança do casal foi representada por tornozeleiras. "A Bruna faz pra mim uma com pedra de Olho de Tigre e eu fiz pra ela uma de Pedra da Lua", conta Thiago. E no lugar da valsa, eles dançaram um forró.A aliança do casal são, na verdade, tornozeleiras (Cleber Gellio/Midiamax)

Recém-casados, eles voltaram para o Rio de Janeiro, onde passaram uma temporada de quase sete meses. "Daí no segundo semestre ficamos organizando como iríamos seguir viagem e Thiago disse que o mochilão era pouco para o que ele queria carregar. Então, disse que seria melhor uma Kombi", diz Bruna.

Assim, as coisas começaram a se desenhar. E o plano foi voltar para Campo Grande para comprar a Kombi, adaptá-la e voltar para a estrada.

Pipa - a kombi

Bruna e Thiago batizaram a kombi branca e amarela de Pipa, em homenagem ao lugar onde marcou o início da história deles como casal. "E este nome representa tanta coisa. A pipa está no céu, mas também tem um fio que a liga à terra", comenta Bruna.

A primeira fase, de pintura e mecânica, já foi feita no veículo. O próximo passo é arrumá-la por dentro, de uma maneira que a transforme mesmo em uma casa, onde eles devem morar por algum tempo ainda.

Sobre o roteiro de viagem, eles ainda pesquisam alguns destinos, mas sabem que, na verdade, será a estrada que irá traçar as rotas. E assim, deste jeitinho, que eles seguem, dividindo a vida, os sonhos e o caminho.

Quem quiser acompanhar as aventuras deste casal, é só segui-los nas redes socais: @brunagmorales e @thiagofflores.

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