Somos a média das 5 pessoas que mais convivemos. Você sabia disso?

Jim Rohn foi empreendedor, escritor e palestrante americano. Ele dizia que somos a média das pessoas com que mais convivemos.

Já ouvíamos isso de nossos pais e avós quando falavam: “Não ande com fulano, ele não é boa companhia para você”, ou, “Diga-me com quem andas que te direi quem és!”.

Na Bíblia também está escrito: “Quem anda com os sábios será sábio; mas o companheiro dos tolos sofre aflição (provérbio 13:20).”

Enfim, o interessante é que não somos tão senhores de si, quanto imaginamos. O fato é que somos influenciados pelas pessoas e somos capazes de influenciá-las.

Repare alguns comportamentos: se uma pessoa nasceu em São Paulo e muda-se para a Bahia, logo estará com o sotaque e os costumes do Nordeste, ou se uma pessoa super entusiasmada em seu novo emprego juntar-se aos novos colegas que falam mal e só reclamam da empresa, a chance desse novo colaborador manter-se motivado irá diminuir.

O mesmo ocorre quando alguém é inserido em um ambiente em que as pessoas estão mal-humoradas e desanimadas, a tendência é que esse integrante que convive com essas pessoas, também se torne assim.

O contrário também acontece, repare que quando chegamos perto de pessoas bem-humoradas, alegres, entusiasmadas, parece que sentimos e absorvemos essa “energia”. Quando estamos em um ambiente de trabalho agradável, tranquilo, onde as pessoas se ajudam, também “imitamos” esse comportamento. Isso tudo tem uma explicação científica.

Em meio aos bilhões de neurônios que possuímos, existe uma pequena parcela chamada de neurônios espelhos. Eles são os responsáveis pela socialização e são ativados ao percebermos as pessoas em algumas ações ou cenas de filme e novela. Isso é o que explica, também, o motivo pelo qual bocejamos quando vemos alguém bocejar, ou nos emocionamos em uma cena de novela, como se o fato ocorrido estivesse acontecendo conosco.

Uma sacada interessante, é que se temos um objetivo e estivermos rodeados de pessoas que também possuem objetivos similares e agem com foco, otimismo, perseverança, entusiasmo, seremos influenciados por elas.

Você deseja alcançar algo em sua vida? Então procure alguém que conseguiu isso. Perceba quais foram as estratégias usadas por ela, quais as etapas superadas, as conquistas e as dificuldades que essa pessoa ultrapassou.

Ter uma pessoa que sirva de exemplo é muito importante para quem deseja ter sucesso em qualquer área da vida, ou seja, se você quer ser um excelente profissional e se destacar, é bom ter como modelo alguém assim e “copiar” seus passos.

Se você quer seguir uma dieta e perder peso, precisa ter alguém que sirva de espelho para o alcance desse objetivo. A Programação Neuroliguistica chama isso de modelagem.

Conhecer sobre Neurônio Espelho e Modelagem abre um leque de possibilidades para todos que querem alcançar um objetivo e até mesmo para aqueles que precisam se “proteger” de influencias não tão boas.

Essas técnicas são usadas, em um processo de coaching, em conjunto com tantas outras, para auxiliar o coachee (cliente) a alcançar sua meta, auxiliando na realização profissional e /ou pessoal do mesmo.

Quando entendemos como nosso cérebro funciona, podemos usar todo esse conhecimento a nosso favor.

 

Sabrina Rotoli Resina Fernandes

Consultoria em Gestão de Pessoas e Coaching

    

CRP: 14/03405-9

Psicóloga. Esp. Psicologia Organizacional

MBA Gestão de Pessoas

Certificação Internacional em Professional & Self Coaching, pelo Instituto Brasileiro de Coaching

Certificação Internacional  - Analista Comportamental Assessment, pelo Instituto Brasileiro de Coaching

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